Olhar Diverso por Raquel Ramos Machado

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26 - dezembro 2011
por raquelrmachado na categoria Leitura

A chuvinha de hoje de manhã aumentou a vontade habitual de ler. Ler é como assistir a um bom filme. Permitimo-nos o prazer de viver outra vida sem sair da nossa. Dependendo do grau com que mergulhamos nas palavras e nas cenas, até saímos completamente.

A leitura, porém, tem uma vantagem sobre o filme. As cenas são formadas na mente, com as cores que desejamos. É certo que, às vezes, a preguiça nos leva ao filme, mas depois que aprendemos a ser os diretores, cinegrafistas e atores dos roteiros que lemos até Spielberg pode parecer pouco preparado. A mente é fascinantemente exercitável.

Na infância, meu pai, persistente, dizia: minha filha, nenhum dia sem uma linha (de leitura). Minha mãe e as tias queridas cuidavam, ao lado dele, de indicar leituras que poderiam despertar o interesse, pela magia da história. Lembro que quando li Desirée, sonhei, pela primeira vez, ir para a França e me apaixonei pela história da Revolução Francesa, antes mesmo de estudá-la no colégio.

Há pessoas que não lêem (um post futuro!), outras que lêem com sacrifício, e há as que afirmam que ler é coisa de gente chata. Sem falar em todos os benefícios informativos e profissionais da leitura, ler proporciona genuíno e libertador prazer (post futuro!).

Nesse dia em que acordei com ainda mais vontade de ler, e celebro a leitura, dedico o post a meus pais, tias queridas e ainda a Juju.

Em Bali, vi esse quadro e lembrei-me de imediato de Juju.

Brinquei afirmando a ela:

- Sua versão asiática.

Juju é como médica ou farmacêutica, diante da leitura literária. Basta você informar as necessidades da alma, que, em rápido diagnóstico, ela indica os livros mais maravilhosos.

Dias fascinantes de leitura para todos.

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